Fome de poesia

Três haicais para quem tem fome de poesia. E uma sobremesa…

Olho grande
Pouco importa
se raso ou fundo, quer
o prato cheio.

Queixas
Irei almoçar.
Depois, eu reclamo de
barriga cheia.

Às voltas com a balança
Para perder os
pneuzinhos, vai passar a
correr de carro.

Dieta da lua
Mesmo com paciência minguante,
testou uma receita nova
com uma expectativa crescente
de que ficasse de barriga cheia.

Imagem: ‘Os comedores de batata’ (1885), de Vincent Van Gogh (1853-1890)

Um comentário sobre “Fome de poesia

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s